Sem a consulta de professores, especialistas e estudantes, o presidente Michel Temer enviou ao Congresso a Medida Provisória, sem antes consultar professores, especialistas e estudantes.
Esse projeto reúne algumas mudanças, dentre elas a abolição de matérias de artes, sociologia, educação fisica, espanhol e filosofia, com o objetivo de "incentivar que as redes de ensino ofereçam ao aluno a chance de dar ênfase em alguma dessas cinco áreas".Outra mudança se refere ao aumento da carga horária. O que hoje são no total 800 horas anuais, passariam a ser 1.400 horas anuais, com o objetivo (segundo ao MEC) de "incentivar o ensino em tempo integral".
Este projeto de reforma está sendo duramente criticado tanto pelo povo quanto por setores do MPF. Quem critica, é comum dizer que é um modelo fragmentador que empobrecerá a formação e que retornará o pensamento elitista.
Em outro ângulo: “Não está decretado o fim de nenhum conteúdo, de nenhuma disciplina. Todas elas serão obrigatórias na parte da Base Nacional Comum: artes, educação física, português, matemática, física, química. A diferença é que quando você faz as ênfases, você pode colocar somente os alunos que tenham interesse em seguir naquela área. Vamos inclusive privilegiar professores e alunos com a opção do aprofundamento” - diz o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Rossieli Soares, em declaração por meio de nota.
Resumo:
As disciplinas seriam obrigatórias pelo prazo de um ano e meio e depois, seriam optativas, segundo o interesse do aluno. Os estudantes então poderão escolher os conhecimentos específicos de cinco áreas: ciências humanas, ciências da natureza, linguagens, matemática e formação técnica profissional.
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M.


















